Grupo Ar Cênico
   



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Dirceu de Carvalho - Melhor Ator em Paulínia


fotos tiradas na excursão do Ar Cênico na noite de exibição do Curta o "Luchador".

O Curta "Luchador" de Juliano Luccas ganha Melhor Fotografia, Montagem e ator -Prêmio conjunto entre Dirceu de Carvalho e o Liu no I° Festival Paulínia de Cinema.

O Curta ganhou também o prêmio de Melhor fotografia no 2° Festival Curta Cabo Frio, além de ter sido selecionado para diversas mostras competitivas como: o 5° FESTIVAL DE CINEMA DE MARINGÁ, 1° FESTIVAL PAULÍNIA DE CINEMA, 2ª MOSTRA URBANA DE GOIÂNIA, 1° FESTIVAL RATOEIRA — RIO DE JANEIRO e ter o Roteiro pré-selecionado para o projeto 48 horas TNT—2007.

Sinopse

"O universo das lutas clandestinas, os chefões poderosos e excêntricos, os lutadores ferozes e determinados, as mulheres misteriosas, singelas e fatais, o dinheiro, as apostas, o poder, a traição, a solidão. Quanto vale uma vida?
“Luchador” é um filme que tenta reunir os países de língua hispânica e o Brasil em torno de uma característica em comum: a latinidade, que simboliza uma alma fervilhante, orgulhosa de suas raízes, passional, guerreira e que luta a qualquer custo. "

Este projeto é inspirado em filmes como "TOURO INDOMÁVEL" de Martin Scorsese, nas lutas de "SPARTACUS" de Stanley Kubrick e na idéia do "CLUBE DA LUTA" de David Fincher. O submundo pode ser intenso e interessante! A luta vai começar...


Para ver o trailer clique aqui.

Escrito por Ar Cênico às 10h29
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1o Sarau Ar Cênico

Data: 12/07/2008 - Hora: 19h

Local: Espaço Ar Cênico

Teremos antes das férias da Escola do Ar Cênico o "1o Sarau Ar Cênico". Estão todos convidados - os alunos, convocados; Estes têm que trazer algo pra apresentar. Vale teatro, dança, música, artes marciais, artes plásticas, enfim algo artístico...

Para os alunos - o espaço vai estar aberto no período da tarde no horário da aula, para que vocês possam ensaiar.



Categoria: Evento
Escrito por Ar Cênico às 09h03
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Fotos do Mágico de Oz


Miscelania de Imagens de Produção e Espetáculo



Bruxa Malvada do Oeste



Escrito por Ar Cênico às 18h31
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Nova Turma de Teatro

Inscrições abertas para a nova turma para o Curso Livre de Teatro do Grupo Ar Cênico no domingo (14h - 18h).


Curso de Livre de Teatro

Interpretação, jogos, improvisações, dinâmicas de grupo, exercícios de confiança e uma montagem no fim do ano.

O curso será ministrado por Dirceu de Carvalho, Luciana Mizutani (os dois são formados em Artes Cênicas pela Unicamp)


Nosso endereço:
R: José Bonifácio, 443, 2ºandar - Centro - Americana. (atrás da GAMA)
grupoarcenico@gmail.com

Escrito por Ar Cênico às 18h13
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(trad. do Wikipédia)

Étienne Decroux (19 de julho de 1898 em Paris, França - 12 de março de 1991 em Billancourt, Somme, Picardie) estudou na escola Jacques Copeau's Ecole du Vieux-Colombier, onde ele viu o começo do que se tornaria sua obsessão de vida - Mímica Corporal. Durante sua longa carreira como ator de filmes e de teatro, ele criou muitas peças, usando o corpo humano como a matéria primeira da expressão.

Links para baixar Vídeos de Estudo de Ètienne Decroux - EasyShare

Etienne_Decroux_La_Grammaire_designation_16
Etienne_Decroux_La_Grammaire_prises_et_poses_36
Etienne_Decroux_La_Grammaire_verre_d'eau_26
Etienne_Decroux_La_Grammarie_le_toucher_56.avi

Escrito por Ar Cênico às 23h49
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Textos de Teatro

http://www.grupotempo.com.br/textos.html

Pessoas aqui vai um link com alguns textos de teatro muito bons. Só é pena que faz um bom tempo que não aparecem textos novos.



Categoria: Link
Escrito por Ar Cênico às 11h53
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Manifesto - Câmara Setorial de Cultura

O Grupo Ar Cênico faz parte da Câmara Setorial de Cultura, e ontem tivemos uma reunião com relação à mostra de teatro da cidade e ao manifesto.

Vamos a o que é o que... Bem o manifesto - espelhado no mais famoso e recente, o "Manifesto da Arte contra a Barbárie" - é um texto onde nós artistas com o intuito de nos juntar enquanto classe e fazer com que existamos enquanto tal na cidade - é acima de tudo um exercício de cidadania. Infelizmente a cada encontro que temos a Câmara vem perdendo em número nas reuniões, e cada vez mais ficamos inseguros com relação à força desse manifesto. É duro que não tenhamos força suficiente pra botar a cara à tapa, já é tarde que repudiemos a nossa situação enquanto artistas. Não quero parecer com isso um indivíduo que justifica a própria não produção artística pela falta de incentivo público, mas sim, colocar-me frente à situação em que nos encontramos e de fato fazer algo para mudá-la.

A idéia desse manifesto surgiu no ano passado depois de uma crise dos artistas frente a decadência do Festival de Americana. Os grupos não tem mais voz política na cidade, o Festival não pertence, como deveria, a nós nem enquanto artistas nem enquanto cidadãos. O Liberal, o maior jornal da cidade "pertence" ao atual Secretário de Cultura Sr. Fernando Giulliani - sim, nós temos direito ao nosso próprio ACM. A única coisa que nos pertence é o nosso trabalho, coisa a secretaria não se esforça para conhecer, e ainda nos pede para fazer de graça na inauguração do CCL.

Pela falta de força política em que nos encontramos, acabamos infelizmente por decidir pelo "congelamento" do projeto do manifesto. O foco atual da Câmara está no fortalecimento dessa classe, e também em angariar forças que ainda não se juntaram a nós.

Escrito por Ar Cênico às 09h12
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Culturas e Ransos

Outro dia estava muito incomodada com um pessoal de um bar na esquina de casa que faz um barulho danado, especialmente em dia de jogo, estavam com um som desmedidamente alto e faziam questão de informar pra quem quer que estivesse num raio de 300m que eles estavam torcendo pra seu time. O fato de alguém ser fervoroso por algum esporte não é o que me deixa brava, mas sim o fato de eles quererem impor uma cultura - hinos e gritos de torcida que estavam em repeat no último volume. Não faço o gênero de pessoa de teatro que fica resmungando sobre a vida de teatro ser complicada ou então que as pessoas não tem cultura e por isso não vão ao teatro - justificando assim a minha incompetência. Mesmo que faça algum tipo de reclamação, com certeza não contrato um carro de som que fica dizendo isso pela cidade.

Isso me levou a pensar sobre o fazer tetral, pois refletindo os trabalhos e peças que vi recentemente, acho que por vezes o público tem razão em não querer ir ao teatro. Vejo muitas peças que se intitulam experimentais e que deixam de ter qualquer rastro de humanidade - o que creio eu, torne a peça absolutamente desinteressante - quando digo humano quero dizer que a peça teria que ter situações em que eu de fato possa me identificar. Ou então uma peça com ranso e recheada de auto-piedade - peças parecida com os aborrecentes, que remoem o fato de o mundo não nos entender e não nos aceitar como somos e com o trabalho que realizamos.

Isso não é sobremaneira uma defesa de que só possamos realizar um dos mais recentes gêneros que vem abarcando público: o besteirol, com todos os méritos que lhes são devidos por isso. O Besteirol angariou público em noites que já não são mais de espetáculo (terça insana) e isso é ótimo. Conseguir isso com uma peça chamada experimental ou "séria" não é só possível, mas é também o que podemos e devemos fazer, tratando de assuntos da alma humana em seus lados pesados e sombrios ou sobre uma situação de miséria em que um homem possa se encontrar individualmente, ou socialmente. Devemos tratar disso, mas sem auto-piedade, ranso, apontando culpados da maneira mais rasa.

Isso pode ser brilhantemente tratado sem o ranso que torna tudo sem interesse, como o faz o Carlitos em seus filmes que é sempre social e miserável mas é sempre tratado com leveza, e faz com que o assistamos até hoje; ou como em Dogville de Lars Von Trier que pelos moldes em que vem o conteúdo é belíssimo, tornando-o mais aflitivo e permitindo que faz com que nos identifiquemos com a Grace a ponto de dizimarmos com ela cidadela no final do filme, coisa que seria inconcebível para mim em situações normais.

Creio que Teatro deva ser assim, sem pesos. Para que não nos tornemos apenas os chatos que impõem cultura.

Escrito por Ar Cênico às 11h45
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Mão forte, Mão macia



Liliam na cena: Tubarão - Foto:Iuri Delfaque


Nos dias 3 e 4 de maio de 2008 aconteceram as apresentações do Espetáculo "Ensaio sobre a FAMA" no Espaço Cultural Fábrica das Artes" - em Americana. Direção conjunta de Dirceu de Carvalho e Luciana Mizutani, atuação de Diego Davoli, Gisele Cimony e Liliam Luiz e texto de criação coletiva.



Tivemos casa parcialmente cheia durante os dois dias, um público bem bacana para noites tão frias. O Público foi muito receptivo em ambos os dias, tendo achado extremamente criativo e tecendo diversos elogios aos atores, por serem tão despojados e abertos. Com a resalva de que no primeiro dis a peça tenha sido um pouco cansativa, e que os atores estavam falando muito baixo. No segundo dia, o público foi um pouco reduzido mas a força da peça ao ganhá-los foi bem maior, com um ritmo um pouco mais rápido do que o dia anterior.



Depois da primeira apresentação saimos para fazer uma avaliação da peça e os atores não estavam nada felizes com o resultado. Na verdade eu não sei se eu fico feliz ou triste por isso, porque se eles tivessem achado a apresentação boa, sendo que esta estava aquém daquilo que eles poderiam apresentar, seria problemático corrigí-los depois. Por outro lado, se eles sabiam que a apresentação havia sido ruim, por que diabos eles não fizeram absolutamente nada para reverter a situação?... bom, tivemos uma longa discussão, sobre a qualidade de energia, sobre o volume de voz, e sobre os problemas que cada um apresentava que se repetiam. Eles conseguiram sintetizar diversos problemas que já haviam sido corrigidos e mais uns outros para esta apresentação. Creio não ter visto como todo a peça tão xoxa.



O que assusta realmente é que a peça estava muito aquém daquilo que eu sei que eles podem. O Diego tem uma energia muito carismática em cena, e uma mente mais fértil do que a maior fazenda de humus de minhocossus, e que ele tenha muita referência de todos 1 milhão de seriados e filmes que ele assiste (ele é um pouco relaxado com o trabalho dele de ator, mas enfim...). A Gisele, muito esforçada... - a seguir, palavras de Dirceu - parece que está sempre cozinhando, parece sempre saber o que está faltando em alguma cena - é muito boa na leitura embora ela não confie nela mesma - conseqüentemente ela cria cenas muito boas, belíssimas (mas às vezes ela é incapaz de repetí-las!). E A Liliam, que é sem dúvida o maior crescimento que já pudemos acompanhar, é sempre muito atarefada mas dedicada. É uma dessas pessoas que pode se tornar boa no que quer que se dedique. Está criando belíssimas cenas e ainda assim é um outro poço de insegurança e delicadeza. (se os três lerem isso e ficarem cheios com os elogios e por isso começarem a fazer merda em cena, juro que NUNCA mais os elogio!) Enfim, essa peça está menor do que o crescimento deles, e é assustador como eles se deixaram engolir.




Cena da Inveja - foto:Iuri Delfaque


Conversamos Dirceu e eu e decidimos por um mega treino pra arrancar as tripas dos três (ao contrário do que o Diego pensa, não, NÃO tem intensão de castigo). Um treino cardio-vascular, e expressivo, que visava despertá-los, deixá-los vivos para poderem jogar e manter o ritmo. O Dirceu puxou o treino praticamente sozinho (eu estava e ainda estou adoecida), e os "meninos" bufaram, suaram, babaram e nos odiaram, mas conseguimos na marra um corpo diferente deles. A peça perdeu cerca de 10 minutos e a platéia foi muito receptiva.



Durante a comemoração pude ver apesar do cansaço rostos felizes, e satisfeitos com o resultado. Enfim, esse grupo é mulher de Nelson Rodrigues, gosta de apanhar!

Escrito por Ar Cênico às 15h42
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Texto do Diego sobre as apresentações do Ensaio sobre a Fama no Fábrica

http://www.pseudo-intelektual.blogspot.com/

Como sempre o Diego é muito atento a tudo o que é dito, seja texto seja peça.

Eis a versão na pele do ator das apresentações do dia 3 e 4 de maio de 2008 no Espaço Cultural Fábrica das Artes.



Categoria: Link
Escrito por Ar Cênico às 14h22
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Matéria no Liberal do "Ensaio Sobre a FAMA"



Escrito por Ar Cênico às 14h17
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Farras das excursões


Todos juntos

bom, nós fomos no boliche ontem... aqui vão algumas fotos da farra

Todos olhando pra cima!



Novos macaquinhos



Aula 2 - Sofrendo na parede



Zumbi sexy



Diego Pagando de Gostoso



Get'aaut



Pros pais da Liliam



E isso foi porque sem querer falaram o nome do Ar Cênico em vão



isso é o que capadócia faz com você




Escrito por Ar Cênico às 19h20
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Peça: Volta ao Dia

Bom a peça se chama: Volta Ao Dia são duas desconhecidas que se encontram e falam sobre suas vidas. As mulheres que estão só e com crises da meia idade feminina, em busca de um homem, filhos, completude, enfim. A peça é não linear, e trata (apesar do que se diz no programa) com certa amargura, e por isso fica bem chato. O texto tem trechos belíssimos (depois descobri que foi inspirado no Júlio Cortázar), mas a direção é caótica, as opções das atrizes estranhas, o cenário é enorme, caro e absolutamente subutilizado e muitas vezes desnecessário.

Tenho grandes ressalvas quanto ao lírico como predominante em uma peça teatral, vi até hoje apenas uma boa peça nessa linha - Pólvora e Poesia, direção do Márcio Aurélio. Mas em geral e praticamente se excessão fico ouvindo um mundaréu de gente dizendo que não entendeu nada. Isso é grave quando quem fala é um viciado em cinema, sériados do cabo e faz quatro anos de teatro (aluno da escola); meu ponto é se ele não entende, que merda! essa peça não serve pra 95% da população. Enfim já falei demais dessa peça...

Apenas um último pesar... as mesmas pessoas que não entenderam, aplaudiram de pé... às vezes desejo que se volte ao tempo em que se podia jogar tomates quando eu achasse ruim, me sentiria roubada se não fosse o Sesi que estivesse pagando.


Escrito por Ar Cênico às 19h07
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Pour Elise

É fato que a gente é meio enrolado na hora de começar ou terminar coisas, mas é inegável que nós nos divertimos muito.

No último dia 20 fomos ver a peça Pour Elise no Sesi de Piracicaba, e o carro do Ricardo deu problemas na pista... apesar disso fizemos muitas piadas a respeito... (infelizmente não tinhamos uma câmera pra filmar a saída deles de Piracicaba na velocidade aproximada de 20km/h. Temos também fontes seguras que afirmam que a Tati quase teve um ataque histérico, dois ataques cardíacos, e três OOOOOOO (-> é o som de indio que que de vez em quando ela faz) e por causa dos efeitos colaterais disso tudo ela largou um pacote de ruffles (que alguém comprou) e três tampicos (que o Renan comprou) no banheiro do Sesi.

Fomos acompanhados pelo ex-aluno do Dirceu e co-conterrâneo do Diego Limeirense, Bruno que atualmente se transveste de carioca. Fontes seguras afirmam que as meninas o acharam muito muito bonito apesar de se transvestir de carioca.

A Peça infelizmente não foi tão boa quanto eu imaginava que seria. Não que tenha sido ruim, ela é bem bacana, a história é boa, corporalmetne os atores propõe algo diferente, mas ainda assim não foi singelo e tocante. Como já havia visto anteriormente - Festival de Curitiba 2003 -, fui com a espectativa altíssima, pois na época achei a peça um desbunde, amei, usei de referência própria para meu trabalho de atriz e diretora. Mas eles erraram a mão nessa apresentação, tom de voz baixíssimo, energia e ritmos lentos... Segundo o Dirceu "eles entraram com o jogo ganho" o que ferra porque eles relaxam e o espetáculo perde em vivacidade e frescor. Pode ser que tenha sido coisa de uma única apresentação que aconteceu de ser a que nós vimos, mas temo que não. Uma das substituições era péssima e creio que a moça não faça muito melhor do que aquilo. Ela faz uma personagem de vermelho que é responsável por fazer a conecção entre os personagens, ela era péssima. Ruim que eu não consegui me comover com a história que é super simples e linda, mas acabou bem sem sal e eu enquanto espectadora, fiquei tentando me forçar a me comover. Lamento pois talvez essa pudesse ser a melhor peça da mostra...

Depois voltamos, o Dirceu conseguiu bravamente mover o carro do Ricardo (tanto na ida quanto na volta). De novo lamento não ter trazido a máquina fotográfica. Fontes seguras afirmam que o Ricardo colocou alcool de cozinha no carro e por isso o carro não queria andar, outras fontes seguras afirmam que o motor do carro fundiu( espero que essa fonte não estivesse tão segura quando afirmou isso)


PS: Fontes seguras também caem na tentação do exagero, afinal de contas sempre que brindamos, brindamos à fonte, e esta fonte é a mais segura em insegurança que existe. ou seja não acredite em tudo que uma fonte segura disser.




Escrito por Ar Cênico às 18h44
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Ensaio sobre a FAMA


Data: 03 e 04 de maio de 2008 - Hora: sáb 21h e dom 20h


Local: Fábrica das Artes





"Os homens dormem com Gilda
e acordam comigo"
- Rita Hayworth



Esta é a montagem de conclusão de curso dos alunos do primeiro ano do curso livre de teatro da Escola de Artes Dramáticas do Grupo Ar Cênico (2007).

A peça surgiu de inquietações dos alunos quanto ao seu próprio trabalho com teatro, dos anseios que, nós artistas, possuímos de sermos reconhecidos pelo trabalho artístico.


Por meio de improvisações sobre o universo dos famosos onde tentamos retratar a maneira com que estas pessoas se relacionam com o mundo, na busca pelo sucesso, em sua ascensão e em seu declínio surgiu o espetáculo "ensaio sobre a FAMA".

Peça vencedora de 3o Lugar
na "II Mostra de Cenas Curtas" do Fábrica das Artes - Americana


Local: Fábrica das Artes
Endereço: R. Cícero Jones 146 - Americana
Dia: 3 e 4 de maio de 2008 Horário: Sáb 21h/ Dom 20h
Ingressos: inteira R$ 8,00 - meia R$ 4,00
Mais Informações: 3406-6834/3406-3243/ 8144-3712
e-mail:grupoarcenico@gmail.com






Escrito por Ar Cênico às 13h57
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